Como se vê a nossa passagem por Angola não foi só beber uns
copos e fazer uns petiscos.
domingo, 19 de julho de 2015
domingo, 12 de julho de 2015
Quem Somos - CCS
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
Quem Somos - 1ª Companhia
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
Quem Somos - 2ª Companhia
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
Quem somos - 3ª Companhia
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
No Camaquenzo
Nesta foto obtida no Camaquenzo em 1975, podemos ver um trio de militares que não consigo identificar, mas provavelmente, O Martins, conhecido por “Caparica”, estará entre eles, além do próprio Torres.
domingo, 28 de junho de 2015
Render da Guarda
Esta fotografia datada de junho de 1975, leva-nos até ao quartel de Henrique de Carvalho, agora Saurimo, onde se pode ver a formatura para o render da "Guarda", na sua maioria composta por elementos da CCS.
Fotografia do António Bento.
domingo, 21 de junho de 2015
Partida pra o Dondo
Da Esquerda para a direita podemos ver o Antunes , o Estevão o Rodrigo Dias, o "Ajudante" Hilário, o Leite Silva e o Manuel Sá.
Esta fotografia foi obtida quando o Batalhão se deslocou da Base de Saurimo para o Dondo, via Luanda.
Esta fotografia foi obtida quando o Batalhão se deslocou da Base de Saurimo para o Dondo, via Luanda.
sábado, 13 de junho de 2015
Recordando um Amigo
Recordamos hoje aqui o “Furriel Piteira” através de uma história que ele publicou no
seu Blog uns meses antes de falecer.
Vale a pena ler, até pelo facto de estar muito bem escrito.
…Sei, mas não tinha era a consciência do que poderia ter
acontecido. quando a coluna militar parou pela manhã em SALAZAR, assim se
chamava até 1975, em que a 3ª companhia do BAT CAV 8322/74 , se deslocava para
uma nova ZA ( Zona de acção). Nosso destino Catete pela importância histórica,
foi lá que nasceu o líder do MPLA AGOSTINHO NETO .
Foi uma viagem de regresso, vínhamos aproximando de Luanda, deixamos para trás Saurimo , mais propriamente o AB4 onde estivemos aquartelados durante uns meses interagindo com a cidade lá em baixo a 2 ou 3 kms.
A coluna militar partiu e eu uns quilómetros passados é que me apercebi da extensão da mesma, no momento já era uma coluna mista acompanhava-nos mais de 70 carros civis, sentir-se iam mais seguros viajar com a tropa portuguesa a finalidade deles era chegar a Luanda para vir para Portugal. Os chamados Retornados!
Todo o Norte de Angola já estava no domínio do MPLA já não havia conflitos portanto até N`dalatando foi uma viagem de turismo apreciando a vistas e divertindo-nos com as peripécias que aconteciam às viaturas já velhas a gastas, eram " abatidas " ali mesmo montanha abaixo.
Desta vez tive o privilégio de viajar instalado dentro da cabina de uma Berliet , sem ar condicionado com quilos de pó no camuflado.
Como a coluna em andamento de estendia por vários quilómetros era difícil passar mensagem todo com aquele roncar dos motores se a primeira viatura parasse só meia hora depois pararia a ultima assim lá íamos todos contendes da vida , ficaríamos uns metros mais perto de casa , por ironia assim que cheguei e para animar estava um cartaz de boa vindas e irónico - Maçarico está a 10.000 Kms do PUTO (Portugal).
Que linda que estava MALANGE à vinda, destroçada que estava à ida , porém já não estaria o Dono do restaurante onde não pagamos o jantar uns meses antes ...... para lhe liquidar a dívida .
Serpenteando pela estrada daqueles montes e vales e já perto de N`Dalatando aproximava-se sarilhos, já anoitecia a coluna parou na cidade pesava eu que era para passarmos a noite . mas não, uma barreira do MPLA que não queriam deixar-nos passar.
Só passariam os militares os civis não , que grande embrulhada , não deixaríamos nas mão dos guerrilheiros os civis , que poderia acontecer eu não sei mas deduzo ...
Altas patentes reunidas em conversações que duraram quase toda a noite , fomos avisados que poderia dar para o "torto" para estarmos preparados .....
No meu caso preparei-me mas foi para comer um arroz quente com mandioca duma amável e linda mestiça que foi com a minha cara, que já estava farto da ração de combate, chocolate com leite e conservas aquecidas na pólvora das balas ...
Por fim lá foi desbloqueada a situação e tudo seguiu conforme, partimos cedo a ainda parámos em Cambambe onde estava instalada uma companhia do nosso Batalhão, para montar segurança a barragem.
E assim chegamos a CATETE e os civis seguiram para Luanda .
Foi uma viagem de regresso, vínhamos aproximando de Luanda, deixamos para trás Saurimo , mais propriamente o AB4 onde estivemos aquartelados durante uns meses interagindo com a cidade lá em baixo a 2 ou 3 kms.
A coluna militar partiu e eu uns quilómetros passados é que me apercebi da extensão da mesma, no momento já era uma coluna mista acompanhava-nos mais de 70 carros civis, sentir-se iam mais seguros viajar com a tropa portuguesa a finalidade deles era chegar a Luanda para vir para Portugal. Os chamados Retornados!
Todo o Norte de Angola já estava no domínio do MPLA já não havia conflitos portanto até N`dalatando foi uma viagem de turismo apreciando a vistas e divertindo-nos com as peripécias que aconteciam às viaturas já velhas a gastas, eram " abatidas " ali mesmo montanha abaixo.
Desta vez tive o privilégio de viajar instalado dentro da cabina de uma Berliet , sem ar condicionado com quilos de pó no camuflado.
Como a coluna em andamento de estendia por vários quilómetros era difícil passar mensagem todo com aquele roncar dos motores se a primeira viatura parasse só meia hora depois pararia a ultima assim lá íamos todos contendes da vida , ficaríamos uns metros mais perto de casa , por ironia assim que cheguei e para animar estava um cartaz de boa vindas e irónico - Maçarico está a 10.000 Kms do PUTO (Portugal).
Que linda que estava MALANGE à vinda, destroçada que estava à ida , porém já não estaria o Dono do restaurante onde não pagamos o jantar uns meses antes ...... para lhe liquidar a dívida .
Serpenteando pela estrada daqueles montes e vales e já perto de N`Dalatando aproximava-se sarilhos, já anoitecia a coluna parou na cidade pesava eu que era para passarmos a noite . mas não, uma barreira do MPLA que não queriam deixar-nos passar.
Só passariam os militares os civis não , que grande embrulhada , não deixaríamos nas mão dos guerrilheiros os civis , que poderia acontecer eu não sei mas deduzo ...
Altas patentes reunidas em conversações que duraram quase toda a noite , fomos avisados que poderia dar para o "torto" para estarmos preparados .....
No meu caso preparei-me mas foi para comer um arroz quente com mandioca duma amável e linda mestiça que foi com a minha cara, que já estava farto da ração de combate, chocolate com leite e conservas aquecidas na pólvora das balas ...
Por fim lá foi desbloqueada a situação e tudo seguiu conforme, partimos cedo a ainda parámos em Cambambe onde estava instalada uma companhia do nosso Batalhão, para montar segurança a barragem.
E assim chegamos a CATETE e os civis seguiram para Luanda .
Uma história do Zé Piteira
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Um almoço na Restinga
Hoje o meu amigo Fernando Gomes, "Furriel " da CCS faz anos, com esta foto deixo aqui um grande abraço. Lembras-te Gomes desta almoçarada na Restinga?
sábado, 23 de maio de 2015
Mário João e Companhia
Pois é … O Mário João tinha lá umas febras para assar, e
precisava de companhia para tal empreitada e como gostamos de ser prestáveis
eu, o Roque e o Neves lá fomos dar uma ajuda. A foto foi tirada na Praia de
Santa Cruz, já na hora do cafezinho.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
domingo, 22 de março de 2015
A Segunda Companhia no Cacolo
Esta fotografia do álbum de recordações do Octávio Pais (Alferes da 2º Comp.), mostra-nos a "rapaziada" que compunha o grupo de combate, que em 1975, estava destacado no Cacolo.
domingo, 8 de março de 2015
O Comandante Lorena Birne
Camaradas da CCS em amena cavaqueira sobre o olhar atento do Tenente Coronel Lorena Birne. O local é a base Aérea Nº4 em Henrique de Carvalho e é datada de Agosto de 1975.
Fotografia de António Bento (Alferes da CCS).
Fotografia de António Bento (Alferes da CCS).
domingo, 1 de março de 2015
Uma volta de Berliet
Mais uma viagem numa espantosa Berliet, onde o Ar Condicionado era a sua principal característica. O ano da foto é 1975, o local Henrique de Carvalho, hoje Saurimo.
Fotografia de Rodrigo Dias (Furriel da CCS)
Fotografia de Rodrigo Dias (Furriel da CCS)
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Uma Jantarada no Dondo
O "Major" Jesus da Silva e o "Alferes" Bento em grande plano. Sobre a mesa as famosas cervejas ECA, companheiras de grandes noites.
Fotografia de António Bento (alferes da CCS)
Fotografia de António Bento (alferes da CCS)
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Camaquenzo 1975

Estas fotografias enviadas pelo Zé Fialho, transporta-nos até Junho/julho de 1975, quando a 3ª companhia esteve aquartelada no Camaquenzo, no Leste de Angola.
Na Foto da esquerda podemos ver o 1º Cabo Enfermeiro José Fialho, Alferes Gomes, 1º Cabo Enfermeiro Raimundo. Em baixo: Furriel João Romão, 1º Cabo Enfermeiro Manuel Jacinto e o Furriel Baúto.
Na foto em baixo, os primeiros cabos emfermeiros José Fialho e Manuel Jacinto.

domingo, 8 de fevereiro de 2015
Uma reunião da "Pandilha"
Esta fotografia do álbum de recordações do Pratas, mostra-nos uma reunião de "trabalho" da "Pandilha", um grupo composto na maioria por pessoal da CCS. O local era um dos quartos da AB4 de Henrique de Carvalho, a data Agosto de 1975, ......e o petisco estava óptimo.
O "cabo" do lado esquerdo é o Esteves, que infelizmente já não está entre nós.
O "cabo" do lado esquerdo é o Esteves, que infelizmente já não está entre nós.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
Partida de Luanda
domingo, 18 de janeiro de 2015
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