Agora que se aproxima o 18º Encontro da Covilhã, vale a pena
recordar as edições anteriores.
domingo, 23 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
domingo, 16 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Um encontro no Funchal
O Manuel Corte, é um grande embaixador da Madeira, e como se
pode ver pela foto recebe os Camaradas do Batalhão de Cavalaria 8322-74, de
braços abertos.
No caso foi um encontro com o “Francês” Vitor Sampaio, “Furriel”
da CCS.
Quem sabe se no dia 10 de Outubro os voltamos a encontrar no Encontro da
Covilhã.
domingo, 19 de julho de 2015
domingo, 12 de julho de 2015
Quem Somos - CCS
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
Quem Somos - 1ª Companhia
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
Quem Somos - 2ª Companhia
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
Quem somos - 3ª Companhia
Agora que se aproxima o 18º Encontro do Batalhão de Cavalaria
8322/74, que este ano se realizará no dia 2 de Outubro na Covilhã, aqui fica o “cartão
de identidade” dos camaradas que ao longo dos anos já foram aos Encontros.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
No Camaquenzo
Nesta foto obtida no Camaquenzo em 1975, podemos ver um trio de militares que não consigo identificar, mas provavelmente, O Martins, conhecido por “Caparica”, estará entre eles, além do próprio Torres.
domingo, 28 de junho de 2015
Render da Guarda
Esta fotografia datada de junho de 1975, leva-nos até ao quartel de Henrique de Carvalho, agora Saurimo, onde se pode ver a formatura para o render da "Guarda", na sua maioria composta por elementos da CCS.
Fotografia do António Bento.
domingo, 21 de junho de 2015
Partida pra o Dondo
Da Esquerda para a direita podemos ver o Antunes , o Estevão o Rodrigo Dias, o "Ajudante" Hilário, o Leite Silva e o Manuel Sá.
Esta fotografia foi obtida quando o Batalhão se deslocou da Base de Saurimo para o Dondo, via Luanda.
Esta fotografia foi obtida quando o Batalhão se deslocou da Base de Saurimo para o Dondo, via Luanda.
sábado, 13 de junho de 2015
Recordando um Amigo
Recordamos hoje aqui o “Furriel Piteira” através de uma história que ele publicou no
seu Blog uns meses antes de falecer.
Vale a pena ler, até pelo facto de estar muito bem escrito.
…Sei, mas não tinha era a consciência do que poderia ter
acontecido. quando a coluna militar parou pela manhã em SALAZAR, assim se
chamava até 1975, em que a 3ª companhia do BAT CAV 8322/74 , se deslocava para
uma nova ZA ( Zona de acção). Nosso destino Catete pela importância histórica,
foi lá que nasceu o líder do MPLA AGOSTINHO NETO .
Foi uma viagem de regresso, vínhamos aproximando de Luanda, deixamos para trás Saurimo , mais propriamente o AB4 onde estivemos aquartelados durante uns meses interagindo com a cidade lá em baixo a 2 ou 3 kms.
A coluna militar partiu e eu uns quilómetros passados é que me apercebi da extensão da mesma, no momento já era uma coluna mista acompanhava-nos mais de 70 carros civis, sentir-se iam mais seguros viajar com a tropa portuguesa a finalidade deles era chegar a Luanda para vir para Portugal. Os chamados Retornados!
Todo o Norte de Angola já estava no domínio do MPLA já não havia conflitos portanto até N`dalatando foi uma viagem de turismo apreciando a vistas e divertindo-nos com as peripécias que aconteciam às viaturas já velhas a gastas, eram " abatidas " ali mesmo montanha abaixo.
Desta vez tive o privilégio de viajar instalado dentro da cabina de uma Berliet , sem ar condicionado com quilos de pó no camuflado.
Como a coluna em andamento de estendia por vários quilómetros era difícil passar mensagem todo com aquele roncar dos motores se a primeira viatura parasse só meia hora depois pararia a ultima assim lá íamos todos contendes da vida , ficaríamos uns metros mais perto de casa , por ironia assim que cheguei e para animar estava um cartaz de boa vindas e irónico - Maçarico está a 10.000 Kms do PUTO (Portugal).
Que linda que estava MALANGE à vinda, destroçada que estava à ida , porém já não estaria o Dono do restaurante onde não pagamos o jantar uns meses antes ...... para lhe liquidar a dívida .
Serpenteando pela estrada daqueles montes e vales e já perto de N`Dalatando aproximava-se sarilhos, já anoitecia a coluna parou na cidade pesava eu que era para passarmos a noite . mas não, uma barreira do MPLA que não queriam deixar-nos passar.
Só passariam os militares os civis não , que grande embrulhada , não deixaríamos nas mão dos guerrilheiros os civis , que poderia acontecer eu não sei mas deduzo ...
Altas patentes reunidas em conversações que duraram quase toda a noite , fomos avisados que poderia dar para o "torto" para estarmos preparados .....
No meu caso preparei-me mas foi para comer um arroz quente com mandioca duma amável e linda mestiça que foi com a minha cara, que já estava farto da ração de combate, chocolate com leite e conservas aquecidas na pólvora das balas ...
Por fim lá foi desbloqueada a situação e tudo seguiu conforme, partimos cedo a ainda parámos em Cambambe onde estava instalada uma companhia do nosso Batalhão, para montar segurança a barragem.
E assim chegamos a CATETE e os civis seguiram para Luanda .
Foi uma viagem de regresso, vínhamos aproximando de Luanda, deixamos para trás Saurimo , mais propriamente o AB4 onde estivemos aquartelados durante uns meses interagindo com a cidade lá em baixo a 2 ou 3 kms.
A coluna militar partiu e eu uns quilómetros passados é que me apercebi da extensão da mesma, no momento já era uma coluna mista acompanhava-nos mais de 70 carros civis, sentir-se iam mais seguros viajar com a tropa portuguesa a finalidade deles era chegar a Luanda para vir para Portugal. Os chamados Retornados!
Todo o Norte de Angola já estava no domínio do MPLA já não havia conflitos portanto até N`dalatando foi uma viagem de turismo apreciando a vistas e divertindo-nos com as peripécias que aconteciam às viaturas já velhas a gastas, eram " abatidas " ali mesmo montanha abaixo.
Desta vez tive o privilégio de viajar instalado dentro da cabina de uma Berliet , sem ar condicionado com quilos de pó no camuflado.
Como a coluna em andamento de estendia por vários quilómetros era difícil passar mensagem todo com aquele roncar dos motores se a primeira viatura parasse só meia hora depois pararia a ultima assim lá íamos todos contendes da vida , ficaríamos uns metros mais perto de casa , por ironia assim que cheguei e para animar estava um cartaz de boa vindas e irónico - Maçarico está a 10.000 Kms do PUTO (Portugal).
Que linda que estava MALANGE à vinda, destroçada que estava à ida , porém já não estaria o Dono do restaurante onde não pagamos o jantar uns meses antes ...... para lhe liquidar a dívida .
Serpenteando pela estrada daqueles montes e vales e já perto de N`Dalatando aproximava-se sarilhos, já anoitecia a coluna parou na cidade pesava eu que era para passarmos a noite . mas não, uma barreira do MPLA que não queriam deixar-nos passar.
Só passariam os militares os civis não , que grande embrulhada , não deixaríamos nas mão dos guerrilheiros os civis , que poderia acontecer eu não sei mas deduzo ...
Altas patentes reunidas em conversações que duraram quase toda a noite , fomos avisados que poderia dar para o "torto" para estarmos preparados .....
No meu caso preparei-me mas foi para comer um arroz quente com mandioca duma amável e linda mestiça que foi com a minha cara, que já estava farto da ração de combate, chocolate com leite e conservas aquecidas na pólvora das balas ...
Por fim lá foi desbloqueada a situação e tudo seguiu conforme, partimos cedo a ainda parámos em Cambambe onde estava instalada uma companhia do nosso Batalhão, para montar segurança a barragem.
E assim chegamos a CATETE e os civis seguiram para Luanda .
Uma história do Zé Piteira
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Um almoço na Restinga
Hoje o meu amigo Fernando Gomes, "Furriel " da CCS faz anos, com esta foto deixo aqui um grande abraço. Lembras-te Gomes desta almoçarada na Restinga?
sábado, 23 de maio de 2015
Mário João e Companhia
Pois é … O Mário João tinha lá umas febras para assar, e
precisava de companhia para tal empreitada e como gostamos de ser prestáveis
eu, o Roque e o Neves lá fomos dar uma ajuda. A foto foi tirada na Praia de
Santa Cruz, já na hora do cafezinho.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)







